2

Know your ink

01 Setembro, 2014


(imagem retirada do pinterest)

Cada pessoa tatua o que quer, ora pois claro. Ainda temos essa liberdade de escolha, felizmente. Não somos obrigados a vincar o corpo com códigos de barras ou com o nosso número fiscal (já não deve tardar). Acima de tudo, temos de nos gostar de ver com o que ficará, à partida, marcado para sempre em nós. Seja uma palavra, um símbolo, ou um simples risco. Nem tudo tem significado, há quem tatue porque gosta de se ver decorado, como uma obra de arte em constante movimento e mutação. A simples vontade de querermos ter arte no corpo, para mim, já é suficiente. Fácil era se fosse assim tão linear.
Este post veio a propósito de um link que me mostraram a semana passada, onde homens e mulheres, orgulhosamente exibiam as suas recém feitas tatuagens com caracteres chineses, cujos significados ficaram alterados. Pessoalmente, acho uma azeiteirice ao mais alto nível. O rabisco chinês no ombro ou no fundo das costas dá-me dores de rins. But hey, that's just me. Seja por ignorância de quem escolhe o símbolo ou por erro do tatuador, a verdade é que um digno e valente significado se transforma em excremento. Sim, uma pinta a mais fez com que uma palavra passasse a dizer m*rda. Se tem solução? Pinta por cima ou borra com laser.  Leiam qualquer coisa, e não se fiem só no Google, aprofundem a questão se de facto pretendem enveredar por este caminho. E olhos postos no tatuador, já sabem.

___

1

This Fellow

28 Agosto, 2014

Por incrível que pareça, só quando estive em Paris com as miúdas é que descobri quem era este marmanjo. E a verdade é que andava a perder qualquer coisa, sim. Não sigo muitos male bloggers, confesso. Mais depressa me apaixono por uma escrita sentida e cuidada do que por fotografias de moda. Como em tudo, há excepções, e sinceramente não quero saber se este rapaz escreve ou não escreve, desde que continue a por imagens como estas.

 

INVERSIVA © All rights reserved